Bíblia na rede
8Mar/140

A igreja em campo

Posted by josebernardo

Leitura: 3 minutos
096 da série Cronômetro

Você pode imaginar um time de futebol que entrasse em campo sem saber o que iria fazer ali, ou pior, achando que ia jogar basquete, participar de um rodeio ou fazer um piquenique? Às vezes temos essa impressão sobre alguns times, e se as igrejas fossem times de futebol, a confusão seria ainda mais frequente. O fato é que há uma grande confusão sobre a missão da Igreja nos últimos anos, por isso muitas igrejas estão no campo sem saber exatamente qual o seu propósito. Algumas acham que seu propósito é adorar, então cantam enquanto o adversário aumenta o placar dele. Outras se concentram em ação social e mandam para o inferno as pessoas bem alimentadas e bem vestidas. Um time que está em campo sem saber a sua missão faz a alegria de qualquer adversário e desonra sua torcida, a grande nuvem de testemunhas.

É para evitar uma confusão assim que o técnico dá aquela última palestra no vestiário, pouco antes de o time entrar em campo. Você acha que ele diz as coisas mais importantes ou menos importantes naquele momento? Você acha que os jogadores devem dar importância ou ignorar o que o técnico diz? Jesus, pouco antes de mandar a Igreja para o campo e se assentar em seu lugar, deu sua palestra e os quatro evangelistas reportaram o que ele disse, cada um destacando um aspecto: Mateus destacou que Jesus mandou ensinar o Evangelho; Marcos disse que Jesus ordenou pregar o Evangelho; Lucas relatou que Jesus mandou testemunhar o Evangelho; João registrou que Jesus mandou representar o Evangelho.

É a falta de Bíblia que faz uma igreja querer fazer outra coisa em campo. É dar ouvidos a ideias mundanas que leva os crentes a acharem que outra coisa, senão o ensino, a pregação, o testemunho e a representação do Evangelho, podem ser solução para a vitória sobre o pecado e seus efeitos. Mas, se a Igreja ouvir a instrução do Senhor Jesus, ela estará unida sob a mesma missão e realizará a vontade de Deus. Ela anunciará o Evangelho que é poderoso para salvar física, emocional e espiritualmente aqueles que creem, e com isso oferecerá a adoração que Deus quer, e transformará a vida das pessoas e seus relacionamentos sociais.

Nos grandes eventos esportivos que estão adiante e em qualquer boa oportunidade, o que sua igreja deve fazer, o que todas as igrejas verdadeiramente bíblicas devem fazer? Quem ouviu o que Jesus disse não terá dúvidas. Pode ser que haja diferentes posições, pode ser que alguns estejam até ao lado do campo, trabalhando em outras funções auxiliares, mas todos estarão trabalhando pela mesma coisa para que forma chamados: “Vocês, porém, são geração eleita... para anunciar as grandezas daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.” 1Pedro 2:9. A evangelização é propósito e evidência de nossa eleição.

Para saber mais sobre evangelização no contexto esportivo visite www.iniciativa235.org e www.fazebook.com/iniciativa235/

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7Mar/140

O cristianismo da série B

Posted by josebernardo

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097: da série Cronômetro

As pessoas que lutam pelo ecumenismo, talvez, nunca pensaram que ele aconteceria de maneira tão ‘natural’. Hoje, pessoas de todas as religiões e seitas, até mesmo multidões de evangélicos e os ateus, estão unidos em uma única religião. Atraídos pelos desejos da carne, encontram-se todos no que se pode definir como neopaganismo.

A religião da ‘série B’ – Bom, Bonito e Barato, também define bem esse sempre insano ecumenismo. As pessoas acreditam que se forem boazinhas e fizerem coisas bonitas, receberão bênçãos com grandes descontos. No meio cristão, essa fé de segunda categoria produziu, entre outros males, a desintegração da missão, arrastando milhares de crentes para uma herética soterologia em que espera-se redimir o mundo pela ação social e ao ativista pelo engajamento. É o cristianismo rebaixado à centralidade do ser humano como favorecido e como protagonista.

Um pouco de Bíblia, no entanto, liberta o crente dessa alucinação. O ser humano nunca é bom nem é capaz de fazer coisas boas de si mesmo, e a bênção de Deus somente depende da vontade dEle. Por isso, quando os judeus perguntaram a Jesus qual era o maior mandamento da Lei de Moisés, Jesus respondeu que era o amor, e Paulo resumiu a Lei assim também. Contudo, tanto Jesus como Paulo e cada um dos fiéis, quando pregaram a novidade do Evangelho, anunciaram, sobretudo, o Reino de Deus em Cristo.

Então, primeiro receberemos o Governo de Deus sobre nós, pela fé, através de Cristo, na ação do Espírito Santo. Depois, totalmente controlados, dirigidos e orientados por Deus, faremos tudo e somente o que Ele quer. Não faremos coisas boas porque somos bons, não faremos porque as pessoas precisam, não faremos porque o mundo aprecia, não faremos para nos justificar diante dos homens ou de Deus, nem porque somos obrigados a fazê-lo. Faremos quando Deus mandar, porque Ele é o único e absoluto Senhor.

Muita gente vai aproveitar a Copa para jogar um cristianismo da série B, o cristianismo do bom, bonito e barato. Gente boazinha, fazendo coisas bonitas, recebendo aplauso e louvor do mundo que amam. Essa é uma boa oportunidade para verdadeiros crentes cumprirem a missão bíblica. Coloquemos a lâmpada no lugar apropriado e mostremos a todos a mensagem da soberania de Deus, o Evangelho do Reino.

Para saber mais sobre evangelização no contexto esportivo visite www.iniciativa235.org e www.fazebook.com/iniciativa235/

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6Mar/141

Evangelização com texto e contexto

Posted by josebernardo

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098: da série Cronômetro

Quando escreve aos coríntios, exortando-os a não se associarem com crentes que persistem no pecado, Paulo deixa claro que não está se referindo àqueles que são do mundo, “Se assim fosse, vocês precisariam sair deste mundo” 1Co 5:10. Não era intenção de Paulo recomendar que os crentes deixasse esse mundo, ainda que falível. Mas que praticassem a santa Palavra de Deus inseridos em um contexto de oposição pecaminosa.

Em outro momento o apóstolo, ainda falando aos coríntios sobre casar-se ou não, recomendou: “os que usam as coisas do mundo (ajam), como se não as usassem; porque a forma presente deste mundo está passando.” 1Co 7:31. Com isso, devemos praticar a eterna Palavra de Deus em um contexto de miserável vaidade. Somos chamados a nos fixarmos em objetivos mais permanentes, eternos.

A evangelização no contexto esportivo existe nessa tensão. Praticar esportes pode ser tão atraente e até necessário quanto o casamento, o choro, a alegria, as compras ou utilizar serviços que o mundo oferece, contudo o cristão sabe que há algo muito mais importante: agradar ao Senhor. Então, embora o texto, a Palavra de Deus, deva ser experimentado dentro do contexto cultural, histórico, econômico e social em que vivemos, esse mesmo contexto nunca é tão importante quanto a própria Palavra.

Não cabe a síntese, então, porque o contexto passa, mas o texto permanece. As teologias que valorizaram o contexto, até ao ponto de toma-lo como referência para interpretar o texto, se tornaram heresias, justamente porque não consideraram a incompatibilidade entre o que é falível e o que é perfeito, entre o que é transitório e o que é eterno.

A evangelização no contexto esportivo só agradará a Deus se atender a esse princípio: evangelizar refere-se à Palavra de Deus, é o texto perfeito e eterno, muito mais importante; o esporte é o contexto, falível, passageiro e secundário.

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5Mar/140

Segundo tempo

Posted by josebernardo

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099: da série Cronômetro

O primeiro tempo da evangelização no contexto esportivo foi caracterizado pela indiferença e até aversão da Igreja pelo esporte. Durante esse tempo as conversões de atletas eram incidentais, dificilmente relacionadas com sua atividade. Então, começaram a aparecer ministérios evangelísticos voltados ao contexto esportivo, promovidos por aqueles atletas convertidos, raramente com o apoio de suas igrejas. O piloto Alex Dias Ribeiro e o ministério Atletas de Cristo são pioneiros dessa fase. Houve também a introdução de experiências estrangeiras como Atletas em ação da Cruzada Estudantil e a Coalisão Brasileira de Esportes da ISC.

Há poucos anos, na medida em que a Igreja tem um entendimento mais bíblico de sua separação do mundo e da importância do contexto para a evangelização, começou-se a perceber a oportunidade de ministrar dentro e através do meio esportivo. Atletas começaram a ser mais valorizados na igreja, muitas constituíram ministérios específicos para lidar com essa oportunidade, outras criaram times que inclusive participam no cenário secular ou organizaram eventos e torneios esportivos evangélicos. O PEM da Convenção Batista Brasileira é um bom exemplo dessa fase. Até mesmo as organizações que apareceram no primeiro tempo e que encontraram muita dificuldade no relacionamento com a Igreja, falam agora de servir a Igreja e procuram oferecer treinamento e algum recurso.

Se no primeiro tempo a evangelização veio do campo para a Igreja, no segundo tempo vai da Igreja para o campo, o que é obviamente mais missionário. Contudo, configurado um movimento de pendulo, indo de um extremo a outro, é preciso agora achar o equilíbrio. Nesse sentido há duas questões que preocupam mais. Primeira: a igreja não pode negociar sua identidade e se tornar um clube, focando-se em atividades esportivas como fim. Segunda: ao encontrar o contexto e imergir nele, a Igreja não pode abandonar o texto, me refiro a recortar e omitir a mensagem contundente do Evangelho, na tentativa de evitar confrontos e conflitos. A única razão de a Igreja entrar em campo nesse segundo tempo é ganhar vidas: esse é o gol que celebraremos!

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20Apr/130

Bom trabalho!

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Saudações em Cristo

Ref.: Revista de recursos - Ações práticas

Os pastores Marcos Grava e José Bernardo criaram o movimento Joga Limpo Brasil com a visão de mobilizar o máximo possível de igrejas e organizações para evangelizarem no contexto esportivo. A Iniciativa 2-3-5 foi criada com o objetivo mais prático, de ajudar as igrejas a fazerem uma evangelização eficiente e cheia de resultados.

Ao lançar a revista de recursos para evangelização no contexto esportivo, estamos fazendo cumprindo nosso objetivo, oferecendo estratégias práticas, eficientes e eficazes. Por isso a leitura da revista deve levar a ações. Para que não fiquem dúvidas, aqui está uma lista das principais ações que se espera dos leitores da revista, ações que levarão a igreja a uma atuação frutífera no contexto esportivo, inclusive das Copas e Jogos Olímpicos.

1. Definir um coordenador para articular o envolvimento dos diversos departamentos ou ministérios da Igreja na evangelização no contexto esportivo. (p. 3)

2. Refletir e ensinar sobre a importância da oração para a evangelização. Divulgar a estratégia de intercessão ‘Jogada Rápida’ para os membros diretamente envolvidos com o esporte. (p. 4)

3. Avaliar a capacidade evangelística da igreja para atuar no contexto esportivo a partir do modelo V.O.A.R. (p. 6)

4. Instruir o(s) treinador(es) da igreja nos quatro temas de preleção. Se a igreja ainda não está atuando com clínicas esportivas, considerar a oportunidade de fazê-lo. (p. 8)

5. Formar uma comissão para organizar o evento ‘Dedicação’ para estabelecer e fortalecer uma visão bíblica para a atividade esportiva (p. 12)

6. Reunir-se com o ministério infantil para organizar a EBI/ EBF Jogos Reais, inclusive marcar data e fazer as conexões entre ministérios. (p. 14)

7. Organizar uma equipe multiministerial para desenvolver a estratégia com o filme ‘Toque de Mestre’, para o enfrentamento do bullying e violência no esporte. (p. 19)

8. Reunir-se com a diaconia e outros interessados em ação social para definir a atuação da igreja nesse setor. Identificar membros com capacidade para atuarem no atendimento a turistas e coloca-los em contato com a Iniciativa 2-3-5. (p. 21)

9. Desenvolver estudo bíblico ou mensagens a partir dos sete elementos identificados no contexto de 2Tm 2:5, para fortalecer a mensagem evangelística contra a corrupção – ‘Joga Limpo Brasil’. (p. 24)

10. Considerar a possibilidade de atuar em aglomerações. Identificar membros da igreja que possam atuar junto aos estádios e telões e coloca-los em contato com a Iniciativa 2-3-5. (p. 27)

11. Identificar membros com potencial para a evangelização no espaço virtual e coloca-los em contato com a Iniciativa 2-3-5. Instruir membros com boa atuação no espaço virtual sobre a importância de imagens na comunicação. (p. 30)

* Considerar a possibilidade de cooperar com a Iniciativa 2-3-5, intercedendo, ofertando e trabalhando. (pp. 29, 32)

Bom trabalho!

Iniciativa 2-3-5

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20Apr/130

Revista de recursos

Posted by admin

Conforme se aproximam as Copas e os Jogos Olímpicos, muitas organizações estão se mobilizando para atuar no contexto esportivo e várias delas querem atuar próximo às igrejas. Isso é bom, mas pode gerar alguma confusão pelo excesso, por isso a Iniciativa 2-3-5 vem orientando as Igrejas na escolha das melhores estratégias para evitar o ativismo e obter mais resultados.

AMME Evangelizar e o Programa Esportivo Missionário (PEM) já tem muita experiência nessa história, já estão trabalhando intensamente desde 2011. Primeiro criaram o movimento Joga Limpo Brasil, para mobilizar igrejas e organizações, depois desenvolveram a Iniciativa 2-3-5 para oferecer recursos estratégicos práticos e efetivos às igrejas. A revista de recursos é resultado dessa experiência de serviço às igrejas na evangelização.

O conteúdo que a Iniciativa 2-3-5 apresenta agora na Revista Evangelizar RE28 tem essas características: é o resultado dos maiores e mais experientes ministérios brasileiros de ajuda às igrejas na evangelização; consiste de ações práticas, voltadas para resultados na salvação de vidas. Esses recursos práticos abrangem dez áreas de interesse, envolvendo todos os setores das igrejas: Intercessão; Organização; Clínicas esportivas (discipulado); Eventos temáticos; Escola Bíblica Infantil; Mídias de massa (propaganda); Capelania (ação social evangelizadora); Evangelização pessoal; Estádios e telões (evangelização em aglomerações); Evangelização no espaço virtual.

Se a sua igreja está desenvolvendo o ministério evangelístico no contexto esportivo, ou se deseja se preparar para evangelizar na oportunidade dos grandes eventos esportivos que logo vão acontecer no Brasil, você vai achar recursos valiosíssimos nessa revista: programas, dinâmicas, idéias originais, mensagens, esquetes para teatro, atividades com crianças etc. Adquira agora o pacote com cinco revistas para sua equipe de liderança: uma para o pastor ou líder de evangelização, outra para o ministério infantil, de adolescentes, de jovens, de homens/ mulheres. O preço missionário de R$ 30,00 será destinado ao custeio da própria revista, correio (frete incluido) e ajudará nas ações da Iniciativa 2-3-5.

Adquira agora o seu pacote com cinco exemplares em www.salvavidas.biz/re28.html. Se tiver dificuldade com o pedido pela loja, ou se desejar pagar com depósito ou transferência bancária, entre em contato com atendimento@salvavidas.biz ou (11) 4473 4373

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19Apr/130

Não é Fácil Não!

Posted by admin

O piloto Alex Dias Ribeiro, experiente capelão no meio esportivo, dá uma palavra de estímulo e fortalecimento a atletas que tem sofrido com o utilitarismo dos meios de comunicação.

Alex Dias Ribeiro

Criticando a atuação de Sergio Pérez da McLaren durante a transmissão do GP da China de F1 , Galvão Bueno afirmou e reafirmou:

- Olha; É muito fácil um piloto se destacar numa equipe média. Mas quando se chega a uma equipe grande onde não se pode errar, aí a história é outra.

O erro do tri campeão Sebastian Vetel na última volta quando brigava por um lugar no pódio, foi entusiasticamente celebrado:

             - Ele errou! Ele errou! Errar é humano. Ele errou!

Desliguei a TV, e como o diz homem da roça, garrei a imaginar: Como é cruel a régua de medir sucesso do sistema em que vivemos.

O esporte de alta performance é a profissão que mais expõe seus praticantes ao julgamento público. Num pais de 200 milhões de técnicos de futebol, os impérios da comunicação na busca pelos índices de audiência que garantem seu sustento, não hesitam em usar a mídia para construir e demolir ídolos como uma grande máquina de moer gente. Um dia ela cria o mito: Ronaldo o Fenômeno, no outro o taxa de gordo e vira a opinião pública contra mais uma vítima. É uma reedição da torcida inflamada na arena do Coliseu Romano exigindo no grito a cabeça do gladiador vencido...

O pior de tudo é a segunda feira, quando caímos na real e temos que encarar a dura realidade da corrida da vida onde todos somos gladiadores obrigados a matar o leão nosso de cada dia na luta pela sobrevivência com a régua do sistema a nos medir e pedir a cabeça dos errantes, vacilantes e vencidos.

Não é fácil mas também não é impossível.

A boa noticia é que há esperança porque fizeram a mesma coisa com Jesus Cristo. As mãos que o aplaudiram foram as que o crucificaram.  As vozes que o aclamaram foram as mesmas que gritaram: Crucifica-o!  E assim ele morreu pelos nossos pecados.  Mas venceu a morte, o sistema e o mal ressuscitando como o vencedor que nos garante em todas as paradas na arena do jogo da vida com a certeza de que nele somos mais que vencedores não só aqui, mas por toda a eternidade.

 "No mundo passareis por aflições, mas tenham bom animo, eu venci o mundo." Jesus Cristo

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